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CBPF e Petrobras firmam parcerias nas áreas de P&D

  • Publicado: Quarta, 04 de Abril de 2018, 19h57
  • Última atualização em Segunda, 09 de Abril de 2018, 19h02
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O Centro Brasileiro de Pesquisas Física (CBPF), no Rio de Janeiro (RJ), e a Petrobras acabam de firmar novas parcerias para projetos de pesquisa, desenvolvimento e infraestrutura.

As áreas dos convênios envolvem a aplicação à petrofísica de técnicas e métodos como ressonância magnética nuclear (RMN); processamento de imagens e inteligência artificial; campos eletromagnéticos na mitigação de incrustações em sistemas e equipamentos de fluidos aquosos.

Os projetos têm duração de três a quatro anos e serão geridos pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Computação Científica (FACC). Da parte da Petrobras, a coordenação será do Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), unidade responsável pelas atividades de pesquisa e desenvolvimento da empresa. O repasse das verbas da empresa para o CBPF deve acontecer ainda neste mês de abril.

De um modo geral, os convênios firmados entre CBPF e Petrobras têm como foco, direta ou indiretamente, o chamado pré-sal brasileiro, pois são imensos os desafios tecnológicos para a exploração dessas reservas. Por causa do grau de complexidade desses reservatórios, é ainda importante investir no desenvolvimento de tecnologias e técnicas que contribuam para seu melhor entendimento e torne sua exploração um processo mais seguro e eficiente para o Brasil.

Para o vice-diretor do CBPF, Márcio de Albuquerque, coordenador de um dos projetos, essa parceria é essencial para complementar as atividades de pesquisa do CBPF, pois trazem novos alunos para a pós-graduação e permitem melhorar a qualidade de nossa infraestrutura.

“Essas parcerias reforçam o papel diferencial da física na inovação, em um momento crucial nesse sentido, o da consolidação do marco legal para ciência, tecnologia e inovação, lançado recentemente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)”, disse Albuquerque.

Os laboratórios do CBPF que irão executar os projetos são credenciados pela Agência Nacional de Petróleo.

 

Relaxação e fluxo

A proposta do projeto firmado com o Grupo de RMN do CBPF ‒ coordenado pelo pesquisador titular Ivan Oliveira ‒ é estudar a relaxação magnética e o fluxo de fluidos em meios confinados, com vistas a aplicações em petrofísica ‒ mais especificamente, petróleo em meios porosos.

Segundo Oliveira, as colaborações firmadas com a Petrobras põem o CBPF no cenário da inovação no país, fazendo com que as pesquisas científicas desenvolvidas na instituição possam alcançar a indústria.

No caso do grupo de RMN, o valor total do convênio é de aproximadamente R$ 3,7 milhões, a serem pagos em quatro anos. Esse montante vai permitir ao executor do projeto, o Laboratório de RMN, o pagamento de dois pós-doutorandos, dois doutorandos e um mestrando, bem como a compra de equipamentos e líquidos criogênicos, além do pagamento de contratos de manutenção.

 

Meios porosos analisados pelo Laboratório de RMN do CBPF

(Crédito: Grupo de RMN/CBPF)

 

Para o Grupo de RMN, esse novo acordo é a renovação de convênio anterior ‒ que, depois de dois anos, termina neste mês de abril ‒, orçado em cerca de R$ 1,1 milhão. “Portanto, até o momento, a Petrobras investiu no Grupo de RMN do CBPF aproximadamente R$ 4,8 milhões”, resumiu Oliveira.

 

Sinais, imagens e inteligência

O projeto ‘Metodologias petrofísicas do poro ao poço por imagens e inteligência artificial’, executado pelo Laboratório de Processamento de Imagens (LPDSI) do CBPF, compreende três eixos estruturantes: i) análises de sinais, imagens e métodos de inteligência artificial; ii) modelagens estatísticas e simulações; iii) novos instrumentos e tecnologias avançadas de medidas.

O projeto é coordenado pelos tecnologistas seniores do CBPF Márcio Albuquerque e Marcelo Albuquerque. O primeiro deles enumera os principais objetivos dessa parceria atual: i) desenvolver tecnologias avançadas com forte base científica em física e potencial de geração de ativos de propriedade intelectual; ii) fortalecer parcerias de instituições de pesquisa e desenvolvimento (P&D) com empresas de base de tecnológica; iii) agregar valor a produtos e processos com base na incorporação de novas tecnologias de métodos da pesquisa avançada em física; iv) capacitar recursos humanos na interação entre empresa e instituição de P&D; v) desenvolver técnicas de inteligência artificial que contribuam para a redução de modificações ambientais em processos de captação de dados/amostras,

 

Três fases de uma imagem de rocha de reservatório fluminense

(Crédito: L. Dias et al./NT-CBPF 2016)

 

Técnicas desenvolvidas no projeto se tornaram dissertações do mestrado profissional em instrumentação científica do CBPF. O repasse das verbas do projeto será feito em quatro parcelas, totalizando cerca de R$ 6,5 milhões.

O LPDSI já teve dois outros projetos com a Petrobras: em 2012, com duração de 18 meses e orçado em R$ 900 mil; em 2013, de 36 meses, totalizando cerca de 2,3 milhões.

O primeiro desses convênios (2012) foi o que inaugurou a parceria entre Petrobras e CBPF.

 

Campos contra incrustações

O pesquisador titular Rubem Sommer e o tecnologista sênior Alexandre Mello, ambos do CBPF, são, respectivamente, coordenador e vice-coordenador de dois outros projetos firmados com a Petrobras ‒ a equipe inclui também André Pinto, tecnologista pleno da instituição.

Os dois projetos ‒ executados pelo Laboratório de Magnetismo Aplicado (LMAG) ‒ dividem-se assim: um de pesquisa e outro de infraestrutura. O primeiro tem como objetivo identificar e modelar os princípios físicos e químicos da aplicação de campos eletromagnéticos na mitigação de incrustações (inorgânicas e orgânicas) em sistemas e equipamentos de fluidos aquosos.

“As incrustações exigem a parada dos equipamentos para limpeza com agentes químicos agressivos, num processo com custo alto para indústria em geral”, disse Sommer.

 Já o projeto de infraestrutura ‒ atrelado ao de pesquisa ‒ prevê a compra, para o CBPF, de um novo magnetômetro (equipamento para medir campos magnéticos), no valor de aproximadamente R$ 1,8 milhão.

 

Equipamento usado pelo LMAG no projeto com a Petrobras

(Crédito: LMAG/CBPF)

 

Previsto para três anos, o projeto de pesquisa receberá da empresa cerca de R$ 4,5 milhões, total que inclui a compra e manutenção de equipamentos dedicados. Entre as novas aquisições, está uma máquina de fusão e prensagem de amostras que serão usadas em técnica à base de fluorescência por raios X.

“Vale ressaltar que, nesse montante [4,5 milhões], está incluída a manutenção de quatro equipamentos para análise por raios X, de um dos laboratórios multiusuários do CBPF”, disse Mello. “Dos 10 membros previstos para a equipe, sete serão profissionais contratados, formando um grupo de pesquisadores multidisciplinar, com físicos, químicos, engenheiros e um técnico”, acrescentou o tecnologista sênior.

O LMAG tem, no momento, outro projeto com a Petrobras em andamento. ‘Uso de nanomateriais magnéticos na indústria do óleo e gás’ foi assinado em março do ano passado, com repasse previsto na casa de R$ 5,3 milhões.

 

Mais informações:

Laboratório de RMN:

http://mesonpi.cat.cbpf.br/matmult/?pgn=Infraestrutura%20AssociadaRMN

Laboratório de Processamento Digital de Sinais e Imagens:

http://www.cbpf.br/cat/pdsi/

Laboratório de Magnetismo Aplicado:

http://www.cbpf.br/~lmag/

 

 

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