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Bolsistas apresentam seus projetos na XXIV Jornada de Iniciação Científica

  • Publicado: Sexta, 11 de Agosto de 2017, 17h51
  • Última atualização em Quinta, 30 de Julho de 2020, 18h01
  • Acessos: 2804
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A XXIV Jornada de Iniciação Científica do CBPF, que aconteceu nos dias 11 e 12 de julho, foi um momento marcante na vida dos 36 alunos que subiram ao palco do auditório da casa para apresentar os resultados de suas pesquisas. Para muitos foi a primeira apresentação em público, a primeira vez que foram questionados sobre seu trabalho, o primeiro passo na carreira de cientista.

Juan Baptista de Sousa Leite, estudante do quinto período de física na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é um desses jovens. Apesar de falar logo no primeiro dia da Jornada, ele não pôde apresentar resultados do projeto que participa, sobre o decaimento do méson: os dados que usa vêm do CERN, a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, e ainda não estão disponíveis. Mas Juan está longe de ser desmotivado por isso. Ao contrário: empolga-se por, ainda na graduação, poder usar informações produzidas por um dos mais importantes projetos de pesquisa do mundo.

“Expliquei tudo o que fiz até agora. Passei bastante tempo aprendendo técnicas computacionais. No início, a gente fica um pouco perdido, mas com o tempo ganhamos experiência. Participar de um programa de iniciação científica nos enriquece não só no âmbito acadêmico, mas também ensina também a trabalhar em equipe, cumprir prazos, ter responsabilidade. Recomendo até para os meus amigos da licenciatura”, conta.

 

Juan Baptista Leite estuda física na UERJ e pretende seguir carreira na área

(Crédito: CBPF)

 

Aprendizado além da pesquisa 

A fala de Juan vai ao encontro do discurso proferido por Márcio Portes, diretor substituto do CBPF, na abertura do evento.

“Independentemente do programa que o aluno esteja fazendo, o mais relevante nessa fase da vida é responder à pergunta: você quer ser um cientista? Há aqueles que descobrem que querem seguir essa carreira. E há os que descobrem que esse não é o caminho deles. Mas todos levam da experiência a capacidade de formular perguntas. Eles descobrem que o CBPF é uma instituição questionadora, que a principal atividade da ciência é fazer boas perguntas. E a capacidade de questionar é boa para a vida.”

Ulisses Barres de Almeida, físico que coordena os Programas de Iniciação Científica (Pibic) e Vocação Científica (Provoc) do CBPF, destaca a importância de iniciativas como a da Jornada.

“Quando eu era estudante não tinha esse tipo de jornada. É ótimo para os estudantes. Nas universidades, temos quase nenhum treinamento para comunicar e ter desenvoltura diante do público. E essas habilidades são fundamentais."

O pesquisador do CBPF destaca ainda que o evento é uma oportunidade para os pesquisadores terem contato com os futuros cientistas. “É bom ver mais pessoas assistindo às apresentações, é importante que outros estudantes e os acadêmicos se sensibilizem, assistam e participem mais. É uma oportunidade para conhecer os diferentes grupos de trabalho”, destaca.

O físico Marc Casals, pesquisador adjunto do CBPF e avaliador das apresentações da primeira manhã da Jornada, também salienta a importância do treinamento.

“Uma das dificuldades é que o tempo das apresentações é curto. Em 10 minutos, é difícil apresentar o que foi feito em um ano, ainda mais para uma plateia que não é da área. Mas a apresentação é um bom treinamento para o que esses jovens vão encontrar pela frente. Na vida como pesquisador, você tem que apresentar conferências, seminários.”

 

Marc Casals (primeiro plano), avaliador dos projetos, e Ulisses Barres, coordenador da Jornada em 2017

(Crédito: CBPF)

 

Apoio dos amigos

O nervosismo com a apresentação, a tensão gerada por imprevistos, como um vídeo que não toca, e as dúvidas diante dos questionamentos dos examinadores são aliviados pela presença de pessoas especiais na plateia: amigos, namorados e parentes que comparecem ao CBPF para prestigiar o momento.

Bruno Baring, formado em computação, veio acompanhar a namorada, Priscilla Behar Jorge. Prestes a se formar em física na Uerj, ela completa seu segundo ano como bolsista Pibic no CBPF e, assim como muitos dos outros alunos que se apresentaram ao longo de toda a Jornada, pretende seguir para o mestrado. "A iniciação científica te motiva a continuar”, disse a bolsista.

 

A bolsista Priscilla Behar contou com o namorado Bruno Baring na plateia

(Crédito: CBPF)

 

Agatha Santana, estudante de geografia, acompanhou o amigo Diogo Tartarin

(Crédito: CBPF)


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Núcleo de Comunicação Social - NCS/CBPF
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