replica rolex rolex is still the best choice inside of the global watch market sector.
diamond painting made in usa.

what companies are selling legit cheap sex doll?

Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

Grupo Astro-Partículas

Publicado: Terça, 05 de Setembro de 2017, 11h10 | Última atualização em Terça, 18 de Maio de 2021, 15h30 | Acessos: 3692

 

A pesquisa do Grupo cobre três área principais: 

- Astrofísica de Raios-Gama 
- Física de Raios-Cósmicos
- Instrumentação e Simulações para astro-partículas

 

A Física de Astro-partículas emprega densas redes de detetores de partículas e telescópios Cherenkov atmosféricos para medir raios-gama e raios-cósmicos produzidos em fontes astrofísicas Galácticas e extra-Galácticas. O grupo contribui ainda no desenvolvimento de hardware e simulações para os experimentos Cherenkov Telescope Array (CTA) e Souther Wide Field Gamma-ray Observatory (SWGO), ambos líderes entre a próxima geração de observatórios de astro-partículas.

A pesquisa é feita em estreita colaboração com outros grupos do CBPF, dentre os quais, os Laboratórios de Instrumentação Eletrônica e de Tecnologia Mecânica, e o Centro de Computação de Alto Desempenho.

A pesquisa em raios-cósmicos é feita no contexto do Observatório Pierre Auger. A pesquisa em astrofísica de raios-gama desenvolvida pelo grupo está associada ao Major Atmospheric Gamma-Imaging Cherenkov (MAGIC) Telescope, na Ilha Canária de La Palma.

 

Dr. Ronald Shellard
Diretor

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
+55 21 2141-7331

Link LATTES

 

Dr. Ulisses Barres
Pesquisador

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
+55 21 2141-7197

www.cbpf.br/~ulisses/
Link LATTES

 

Dr. Arthur Moraes
Pesquisador

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
+55 21 2141-7384

Link LATTES

 

 

ÁREAS DE PESQUISA

 


Física de raios-cósmicos

A física de raios-cósmicos ocupa-se da questão fundamental da origem deste fluxo isotrópico de partículas carregadas de altas energias que chegam à Terra, sua aceleração nas fontes astrofísicas, e sua propagação na Galáxia. Esta é uma área de pesquisa na interface entre a física de partículas e a astrofísica, sendo relevante para o estudo de tópicos de fronteira da física fundamental, tais como entender a natureza da matéria escura.

 

Os raios-cósmicos são os principais mensageiros do universo não-térmico. O fluxo de raios-cósmicos que chega à Terra é principalmente formado por prótons ou núcleos atômicos mais pesados, mas também tem uma parcela significativa de elétrons e anti-matéria (tanto pósitrons quanto anti-prótons). Os sítios e fontes astrofísica aceleradoras dos raios-cósmicos são melhor estudadas com o uso de observações astronômicas em raios-gama de altíssima energia já que a radiação eletromagnética (fótons), diferentemente do que ocorre com as partículas carregadas dos raios-cósmicos, não é defletida pelo campo magnético da Galáxia ou inter-galáctico. Os neutrinos astrofísicos são um outro mensageiro importante na identificação das regiões de origem dos raios-cósmicos, porém são consideravelmente mais difíceis de se detectar que os raios-gama.

 

A aceleração de raios-cósmicos é um fenômeno universal e extremamente energético, produzindo partículas com energias tão grandes que podem superar em quase 1 bilhão de vezes aquelas alcançadas no LHC do CERN, o maior acelerador de partículas do mundo, em Genebra, na Suíça. Tanto a radiação gama quanto os neutrinos são produzidos por estas partículas ultra-energéticas nas suas fontes de origem, como consequência de seu processo de aceleração e interação com a matéria e os campos magnéticos ali presentes. Estes fenômenos estão portanto intimamente ligados, e seu estudo conjunto constitui o que chamamos hoje de Astrofísica com Multi-Mensageiros, uma das mais ativas e importantes áreas da astrofísica moderna. A energia que acelera os raios-cósmicos provém, me geral, de events astrofísicos extremos, tais como o colapso de estrelas, a energia rotacional de estrelas de nêutrons (os chamados pulsares), bem como da acresção de matéria por buracos negros. O estudo dos raios-cósmicos é fundamental portanto na investigação da energética destes processos.




 


Astrofísica de raios-gama

No ano de 2019 foram comemorados os 30 anos da detecção da primeira fonte de raios-gama de alta energia, que inaugurou a esta que é última e mais energética janela observacional do cosmos. Hoje, os telescópios MAGIC, instalados na Ilha Canária de La Palma, a cerca de 2500 m de altitude, são um dos principais observatórios astronômicos do mundo, operando desde 2004, e produzindo alguns dos resultados mais importantes da área. Além disso, novos instrumentos estão sendo desenvolvidos, e consistirão a futura geração de observatórios de raios-gama. Dentre os chamados telescópios Cherenkov, o CTA está em fase avançada de desenvolvimento, com o primeiro telescópio já operacional lado a lado com os telescópios do MAGIC, em La Palma. O novo observatório deve entrar em operação por volta de 2025. O CBPF está envolvido diretamente na construção dos chamados telescópios de grande porte (LST, em inglês), que serão os maiores telescópios do CTA, tendo contribuído para o sistema de óptica ativa do instrumento, além de simulações de computador. O CTA será um observatório global com dois sítios, um no Hemisfério Norte e outro no Hemisfério Sul, tendo portanto acesso a todo o céu.

 

Neste sentido, um segundo observatório no Hemisfério Sul — o Southern Wide-Field Gamma-ray Observatory, SWGO — está sendo planejado como complemento ao CTA, extendendo sua capacidade de observação para energias mais altas e com o potencial de fazer varreduras constantes do céu e buscar por fontes transientes de raios-gama. O SWGO também será complementar ao CTA no sentido de que ele pode observar tanto de dia quanto de noite, enquanto que o CTA, que usa a luz Cherenkov produzida pela atmosfera para estudar os raios-gama, só poderá observar em noites sem Lua. A razão pela qual o SWGO poderá também detectar raios-gama durante o dia é que o seu detetor consiste em grandes tanques fechados de água que são usados ao invés da atmosfera para produzir a radiação Cherenkov.

 

O SWGO, que hoje é um projeto internacional envolvendo 12 países, teve sua origem no CBPF em 2016, numa parceria com o Laboratório de Instrumentação de Partículas em Lisboa, e o Instituto Nacional de Física Nuclear, da Itália. Nesta sua fase inicial o projeto era chamado de LATTES, em homenagem ao físico brasileiro descobridor do píon, e fundador do CBPF, César Lattes, cujo centenário será comemorado em 2024.




 


Instrumentação para Astro-partículas

Os raios-gama e raios-cósmicos não penetram a atmosfera, interagindo com as moléculas do ar e gerando uma cascata de partículas secundárias, principalmente, elétrons, pósitrons e fótons, que se propagam pela atmosfera em direção ao solo numa frente que cai crescendo por um processo multiplicativo, e que chamamos de “chuveiro atmosférico”.  Apesar de serem extremamente numerosos — cada metro quadrado é atingido por partículas de um chuveiro atmosférico cerca de 300 vezes por segundo — eles são imperceptíveis para nós no dia a dia. Assim sendo, são necessários detectores muito sensíveis, que fazem uso de uma eletrônica avançada, para registrar os sinais necessários para detectá-los.

 

As partículas relativísticas do chuveiro induzem a emissão de luz Cherenkov ao se propagarem no ar (ou ao penetrarem outros meios dielétricos transparentes como a água por exemplo). Esta radiação Cherenkov, que é proporcional ao número de partículas no chuveiro e a distância percorrida (e portanto sua energia), provê uma medida calorimétrica do chuveiro, e permite portanto estimar a energia do raio-cósmico ou raio-gama primário que chegou no topo da atmosfera. A direção de chegada das partículas, por outro lado, é deduzida por parâmetros geométricos medidos a partir da imagem óptica  da luz Cherenkov atmosférica, ou da distribuição das partículas do chuveiro ao atingirem o solo e seu tempo de chegada.

 

Os observáveis físicos acima descritos são os parâmetros medidos pelos observatórios de raios-gama, como o CTA e o SWGO, que usam a radiação Cherenkov para fazer uma medição indireta do raio-gama primário. Distinguir os chuveiros  atmosféricos iniciados por gama dos chuveiros iniciados por raios-cósmicos é um outro aspecto importante desta técnica experimental, que se baseia, entre outras considerações geométricas a respeito do chuveiro, na detecção e identificação direta dos múons, que estão presentes em maior número nos chuveiros hadrônicos, iniciados por raios-cósmicos, e são praticamente ausentes naqueles leptônicos (iniciados por gamas).

 

No CBPF, trabalhos com o desenvolvimento de instrumentos para medir tais parâmetros dos chuveiros, e fazemos simulações de computador para otimizar a técnica experimental e de análise dos dados. Este trabalho tecnológico é feito no contexto da futura geração de experimentos — CTA e SWGO — que irão construir detectores maiores, mais sensíveis, e usar técnicas experimentais e computacionais mais avançadas para melhorar a sensibilidade das medidas de raios-gama por meio de uma melhor supressão do fundo de chuveiros hadrônicos.

 

Projetos

Pierre Auger Observatory MAGIC - Major Atmospheric Gamma
Imaging Cherenkov Telescopes

 

 

CTA - Cherenkov Telescope Array SWGO - Southern Wide-Field Gamma-ray
Observatory

 

registrado em: ,
Fim do conteúdo da página