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Desafios da pesquisa paleontológica na reconstrução do Museu Nacional

Publicado: Quarta, 22 de Setembro de 2021, 12h00 | Última atualização em Terça, 05 de Outubro de 2021, 17h35 | Acessos: 35



O paleontólogo Alexander Kellner, Diretor Museu Nacional, é o décimo quinto convidado dos Colóquios Científicos 2021. O evento acontece de forma virtual, com transmissão ao vivo pelo canal do CBPF no Youtube.




O paleontólogo Alexander Kellner
(Créditos: Google)

 

Sobre o tema

O incêndio ocorrido em 02 de setembro de 2018 é considerado uma das maiores tragédias no âmbito científico cultural do Brasil, cujas consequências transcenderam as fronteiras do país. Nessa palestra, Alexander W. A. Kellner, paleontólogo e atual diretor da instituição, fala sobre os desafios e avanços que se tem realizado não apenas para devolver a instituição o mais rápido possível para a Sociedade, mas também de como os pesquisadores têm lutado para desenvolver pesquisa que é uma vertente fundamental da instituição.

Sobre o palestrante

Iniciou atividade científica em 1982, dedicando-se ao estudo de vertebrados fósseis. Realizou tese de mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, revisando os pterossauros de depósitos brasileiros e concluiu tese de doutorado pela Columbia University em programa conjunto com o American Museum of Natural History, com um estudo inédito sobre as relações filogenéticas deste grupo. Organizou o primeiro workshop (Pittsburgh, 1995) e o primeiro simpósio sobre pterossauros (Nova Iorque, 1996). Participou na organização de vários congressos científicos, como o 31st International Geological Congress (Rio de Janeiro, 2000) e o 2o Congresso Latino-americano de Paleontologia de Vertebrados (Rio de Janeiro, 2005), do qual foi o presidente. Ingressou no Museu Nacional/UFRJ em 1997, onde desempenha atividades de pesquisa, ensino e extensão. Acaba de ser eleito para Diretor da instituição para o quadriênio 2018-2022. Foi Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia e o Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Zoologia do museu. Desde fevereiro de 2 Desde 2007 ocupa a posição de Editor Chefe dos Anais da Academia Brasileira de Ciências. Coordenou a exposição "No Tempo dos Dinossauros", na época a mostra científica temporária mais visitada no Brasil (220.000 visitantes) e organizou a montagem do primeiro dinossauro de grande porte do país (Maxakalisaurus topai) para o qual recebeu o Voto de Aplauso do Congresso Nacional (2006). Desenvolve linhas de pesquisa com répteis fósseis, sobretudo pterossauros, dinossauros e crocodilomorfos. Entre as principais descobertas está o dinossauro Santanaraptor (1999) com músculos e vasos sanguíneos fossilizados, o pterossauro Thalassodromeus (2002), base para estudos sobre a fisiologia, e uma nova teoria sobre a competição entre aves primitivas e pterossauros (1994, 2005). Descreveu 71 espécies novas, tendo estudado material da Mongólia, Irã, Marrocos, Líbano, China, Argentina, Chile, Venezuela, Estados Unidos, Austrália, Antártica e Espanha, entre outros. Organizou e/ou participou de expedições para os mais diferentes pontos do planeta como os desertos do Atacama (Chile) e Kerman (Irã), Liaoning (China) e a Ilha de James Ross na Antártica. No Brasil, realizou atividade de coleta do norte ao sul do país. Além da intensa atividade acadêmica, atua na divulgação científica através de palestras e artigos populares como a coluna mensal Caçadores de Fósseis (Instituto Ciência Hoje). Orienta alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado. Possui mais de 1080 publicações (incluindo resumos, editorias e artigos populares), sendo mais de 270 artigos originais, publicados nas principais revistas científicas tais como Nature, Science e PNAS. Dos livros destacam-se os títulos Pterossauros - os senhores do céu do Brasil (Editora Vieira & Lent) e os romances Na terra dos titãs e Mistério sob o gelo (Editora Rocco). Além destes, possui 42 textos assinados publicados na mídia social. Devido a sua atividade concedeu centenas de entrevistas. Também organizou documentários sobre a pesquisa paleontológica entre os quais Caçadores de Dinossauros e Expedição Antártica - o verão de 70 milhões de anos (produtora Terra Brasilis). Pela sua atividade recebeu vários prêmios e homenagens, tendo sido eleito Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências, Membro Honorário da New York Paleontological Society e da Sociedad Paleontologica de Chile, e Pesquisador Associado do American Museum of Natural History e do Institute of Vertebrate Paleontology and Paleoanthropology (IVPP, China). Recebeu o prêmio da The World Academy of Sciences (TWAS) na categoria de Ciências da Terra de 2010, tendo sido eleito para membro da TWAS em 2013. Também foi admitido na classe de comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2008/ outorgado em 2010) e acaba de ser promovido para a Classe Grã-Cruz, o primeiro pesquisador de paleontologia de vertebrados a receber essa honra.


CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/0424535851535945

 
 
 
 

COLÓQUIOS CIENTÍFICOS
Palestrante: Alexander Kellner, paleontólogo
Tema: Desafios da pesquisa paleontológica na reconstrução do Museu Nacional
Dia: terça-feira, 05/10
Horário: 16h
Local: canal do CBPF no Youtube
registrado em:
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