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Origem do universo é tema de resultados de experimento do CERN com participação do CBPF

  • Publicado: Sexta, 18 de Março de 2022, 20h32
  • Última atualização em Sexta, 18 de Março de 2022, 20h34
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A Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) publicou hoje, 18/03, em sua homepage resultados surpreendentes de um dos experimentos de seu acelerador de partículas, o Grande Colisor de Hádrons (LHC), que teve importante colaboração do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade de Brasília (UnB) e Universidad Nacional Autónoma de Honduras (UNAH).

O experimento LHCb foi concebido justamente para entender que tipo de fenômeno pôde ocorrer, uma fração de segundos depois do Big Bang, para que uma parte da matéria não tenha se aniquilado e tenha assim formado o universo em que vivemos.

“O fato de vivermos em um universo composto exclusivamente de matéria é, paradoxalmente, um dos grandes mistérios da Física. Temos boas razões para acreditar que exatamente a mesma quantidade de matéria e antimatéria foi criada no universo primordial. E como a experiência nos mostra que quando a matéria encontra a sua correspondente antimatéria, ambas desaparecem num feixe de luz, nosso universo deveria então ser composto somente por luz, o que obviamente não é o caso”, explica Diego Torres Machado, pós-doutorando do CBPF integrante do experimento LHCb.

Um dos ingredientes essenciais para a resolução deste problema é a chamada violação de simetria CP (ou violação de CP). O termo CP refere-se à transformação que troca uma partícula com a imagem espelhada de sua antipartícula. As interações fracas do Modelo Padrão da Física de Partículas são conhecidas por induzir uma diferença no comportamento de algumas partículas e de suas antipartículas “espelhadas”, gerando uma assimetria conhecida como violação de CP.

A análise recente dos dados do experimento LHCb revelou a maior assimetria entre partículas e antipartículas já observada na natureza, envolvendo decaimento de partículas instáveis chamadas mésons B em outras partículas chamadas káons e píons.

Na última terça-feira, 15/03, os resultados do experimento foram apresentados por Machado no “CERN Seminar”, um evento aberto ao público que oportuniza mostrar resultados excepcionais obtidos pelas diferentes colaborações do LHC.

Na próxima terça-feira, 22/03, é a vez de Laís Lavra – que realizou seu doutorado no CBPF com tese sobre o assunto, e atualmente é pós-doutoranda na Universidade de Clermont-Ferrand – comentar esses resultados na “Moriond-QCD”, uma das conferências de maior prestígio da área de Física de Partículas. Os interessados podem acompanhar sua apresentação na página do evento.

Os resultados tornados públicos no CERN nesta semana representam um marco para a Física do Brasil – eles ocorrem 75 anos depois da co-descoberta dos píons pelo físico brasileiro César Lattes, um dos fundadores do CBPF – pois contribuem de maneira significativa para o entendimento sobre a origem do universo.

 

Mais informações:

Apresentação de Machado no CERN Seminar:

https://cds.cern.ch/record/2803939

Moriond QCD & High Energy Interactions:

https://moriond.in2p3.fr/2022/QCD/

 

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