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O CBPF sobre o olhar das mulheres no Dia Internacional da Mulher

  • Publicado: Terça, 08 de Março de 2022, 17h22
  • Última atualização em Terça, 08 de Março de 2022, 17h30
  • Acessos: 234

Hoje, o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) homenageia todas as mulheres que contribuíram e continuam contribuindo para o avanço da Ciência e da Física. Para esta homenagem, a convite do Núcleo de Comunicação Social do CBPF (NCS/CBPF), conversamos com quatro mulheres de diferentes carreiras, que fazem parte desta comunidade, para conhecer seus olhares e perspectivas sobre a instituição.

Iniciar um estudo numa instituição diferente da sua origem é sem dúvidas desafiador, e a doutoranda Jade Barreto, que está no CBPF há seis anos, onde cursou também o seu mestrado, nos mostra que é uma experiência recompensadora: “Foi muito impactante estudar aqui. Na universidade em que cursei a graduação, o instituto de Física era pequeno. Vir para uma cidade grande, estudar no CBPF, focada numa coisa que eu queria, foi uma das melhores decisões que tomei na minha vida”.

Assim como recomeçar seus estudos em um novo local pode ser desafiador, um trabalho novo também pode trazer insegurança, como foi o caso de Cheila Nunes, funcionária da equipe de terceirização que atua no setor de infraestrutura e conservação no centro de pesquisas: “O CBPF é um órgão excelente para trabalhar. Quando eu entrei, não imaginava que ficaria todo este tempo, já são onze anos ajudando na conservação daqui”.

 

 

Sônia Ferreira e Cheila Nunes
Créditos: NCS/CBPF

 

Para Sônia Ferreira, servidora da carreira de gestão que trabalha no CBPF há 27 anos, seu local de trabalho é uma de suas paixões: “Eu já sou ‘aposentável’, mas pretendo trabalhar até quando puder, porque me sinto produtiva. Aqui me senti acolhida como profissional, pois sempre fui muito ouvida tanto pela direção como pelos pesquisadores. Pedem minha opinião, independente de eu ser secretária e eles pesquisadores. Amo o CBPF, amo o que faço!”

O sentimento de Magda Bittencourt, pesquisadora que atua no CBPF há 32 anos, é de comprometimento com a instituição: “Foi muito gratificante colaborar na implementação de laboratórios, participando do crescimento e da consolidação destes que atualmente estão sob minha responsabilidade. Gosto de realizar minhas pesquisas no CBPF. Atuo com dedicação para o bom funcionamento dos laboratórios. Minha vida e carreira são dedicadas ao CBPF!”.

 

 

Magda Bittencourt e Jade Barreto
Créditos: NCS/CBPF

Na vivência de Jade, a instituição cria laços de amizade para a vida: “Fiz amizades com pesquisadores e com todos que convivem com o CBPF. Tenho proximidade com o pessoal da conservação, da segurança e até mesmo o diretor do instituto nos recebe (aos pós-graduandos) com muito carinho. Não senti esta proximidade em outras instituições pelas quais passei. O fato de sermos pequenos nos torna grandes. Isto me impactou muito positivamente.”

Para Cheila, o CBPF é uma instituição muito acolhedora: “Valorizam todos em suas atividades e somos tratados com respeito e igualdade. O CBPF me recebe sempre com muito carinho, não posso nem falar isso porque me emociono. Eu procuro fazer o meu melhor.”

A realidade do CBPF, assim como a de outras instituições de ensino e pesquisa, ainda é de poucas mulheres cientistas, e isto contribui para a desigualdade de gênero na sociedade, como cita Magda: “Aqui temos pouquíssimas pesquisadoras; este fato é bastante sintomático e revela que, conforme as mulheres sobem na carreira científica, a quantidade delas diminui. A questão do preconceito (machismo) é estrutural em nossa sociedade”.

Jade complementa: “Por estatística, a chance de uma mulher receber um Prêmio Nobel em Física é muito baixa. Historicamente, o caminho trilhado pelas mulheres na Ciência é muito mais difícil e segue assim até hoje. As mulheres deveriam ser incentivadas em todas as áreas, da mesma forma que os homens são. Na área da Física este incentivo deveria ser ainda maior, porque historicamente nós mulheres estamos em número muito menor!”

A doutoranda completa que, para a mudança desta realidade, a representatividade é muito importante: “Mulheres que ocuparam posições de liderança, como a pesquisadora Elisa B. Saitovitch, nos inspiram. Se ela conseguiu, nós também podemos. Precisamos de exemplos, cientistas pioneiras que são muito mais do que o conteúdo de seus currículos. Estes exemplos conseguem dar esperança para meninas que estão no caminho ou iniciando a carreira, uma vez que vemos mulheres ocupando posições de destaque, igual aos homens. O fato de ter chegado ao doutorado em Física numa instituição como o CBPF faz com que eu me sinta como uma grande inspiração para as meninas da minha cidade”.

O Dia Internacional das Mulheres foi instituído pelas Nações Unidas em 1975 para marcar o engajamento das mesmas pelo reconhecimento de seus direitos. O dia oito de março é importante, pois é uma data para refletirmos sobre como a sociedade ainda trata as mulheres de forma diferenciada dos homens. Já conquistaram muito, mas ainda falta um grande caminho a ser percorrido. O CBPF parabeniza todas as mulheres e os homens que entendem e defendem esta igualdade como um valor para uma sociedade melhor e mais justa.

 

 

 

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