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MAST lança nova exposição sobre um dos idealizadores do CBPF

  • Publicado: Segunda, 07 de Fevereiro de 2022, 12h57
  • Última atualização em Segunda, 07 de Fevereiro de 2022, 14h23
  • Acessos: 219

Na última terça-feira, dia 01/02, foi inaugurada a exposição “Álvaro Alberto: O homem que sabia demais” no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), na cidade do Rio de Janeiro. A mostra apresenta a trajetória do Almirante, um dos principais cientistas brasileiros, incentivador da criação de importantes institutos de pesquisa, dentre eles o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF).

A mesa da cerimônia de abertura da exposição foi formada pelo Diretor do MAST, Marcio Rangel, o Diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, Almirante de Esquadra Petrônio Augusto Aguiar e o Presidente da Eletronuclear, Leonan dos Santos Guimarães. Também estavam presentes no evento representantes das seguintes unidades de pesquisa do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI): CBPF, Instituto de Energia Nuclear (IEN), da Comissão Nacional de Energia nuclear (CNEN), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).

Para Guimarães, presidente da Eletronuclear, o título da exposição é interessante, porque realmente Álvaro Alberto sabia demais, era um verdadeiro polímata, pessoa que possui múltiplas habilidades: ele foi professor, pesquisador, poeta, filósofo, empreendedor, pois desenvolveu uma indústria na área de explosivos. “Todo mundo associa o Álvaro Alberto ao desenvolvimento do programa nuclear, no entanto ressalto o seu papel como visionário. Ele no final da década de 40 visualizava o que para gente hoje é obvio, o enorme impacto de Ciência e Tecnologia na sociedade e no desenvolvimento econômico do País”. E finaliza, “Álvaro Alberto é um farol que ilumina e nos indica o rumo nas neblinas das dificuldades”.

Reprodução do gabinete de trabalho de Álvaro Alberto traça uma linha do tempo, que narra a história da ciência no país conectada à trajetória de vida do almirante. (Crédito: Priscila Arrochellas/NCS)

Já para o Almirante de Esquadra Petrônio, Álvaro Alberto foi um insigne cientista, acadêmico e marinheiro, além de protagonista na aplicação inicial da tecnologia nuclear no país, “convicto de que o domínio daquela tecnologia resultaria no desenvolvimento cientifico sem precedentes para o estado brasileiro”.

 

Maquete do submarino Álvaro Alberto, o primeiro com propulsão nuclear feito no país, que passará a integrar a Força Naval Brasileira e tem previsão de lançamento em 2034. (Crédito: Priscila Arrochellas/NCS),

 

Por último, o diretor do MAST, agradeceu o apoio dos colegas da mesa e dos demais presentes, em especial os colegas das unidades de pesquisa do MCTI, além de comentar dos desafios do desenvolvimento e inauguração da exposição ainda num cenário pandêmico. Sobre o conteúdo da exposição, Rangel salientou que o tema é diretamente relacionado a missão do Museu: “O almirante Álvaro Alberto dialoga com todas as nossas coleções: bibliográfica, arquivistica e museológica, e é um tema de extrema relevância para a história da ciência e da tecnologia do país”.

Rangel ainda destacou a presença de Henrique Lins e Barros, ex-diretor do MAST e pesquisador aposentado do CBPF: “O Professor Henrique foi meu primeiro contato com essa casa (MAST), na década de 90, quando fui bolsista de iniciação científica e foi o início da minha paixão pelo Museu.  De alguma forma hoje, eu sou herdeiro de um conjunto de ações e trabalhos que me antecederam, e permitiram que estivéssemos aqui reunidos nessa casa bem estruturada e bem organizada. ”

A exposição teve a curadoria de Marcello Dantas e Liana Brazil e marca o retorno do MAST para a visitação pública, depois de quase 2 anos de fechamento pela pandemia. Para Rangel, “O museu retorna o contato com a sociedade, que é para isso que nós existimos. O MAST se sente horando e feliz de receber nos seus espaços físicos essa exposição com essa temática”. 

Algumas instituições também participaram da concepção, entre elas o CBPF, por meio de Ronald Cintra Shellard, ex-diretor falecido no dia 07/12/2021, aos 73 anos. Em sua homenagem foi realizado um minuto de silêncio na cerimônia de abertura e uma placa na exposição: “Especialista em física experimental de altas energias e física das astropartículas, estava à frente do CBPF desde 2015 e participou do grupo que conceituou esta exposição. Como Álvaro Alberto, Shellard era um homem que sabia demais”

 

Serviço:

ÁLVARO ALBERTO: O HOMEM QUE SABIA DEMAIS

Museu de Astronomia e Ciências Afins

Rua General Bruce, 586 - São Cristóvão

Visitação: de 2 de fevereiro a 1 de julho de 2022

Terça-feira, Quarta-feira, Quinta-feira, Sexta-feira das 10h às 18h

Sábado - 14h às 18h, Domingo e feriado - Museu fechado

Entrada Grátis

 

 

 

 

 

 

 

 

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