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Comitiva do MCTIC visita CBPF e adianta que PCIs serão renovadas em breve

  • Publicado: Sexta, 26 de Janeiro de 2018, 11h57
  • Última atualização em Segunda, 03 de Agosto de 2020, 20h09
  • Acessos: 4190

Comitiva do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) adiantou que o atual Programa de Capacitação Institucional (PCI) irá continuar e que, em breve, será lançado um novo. O anúncio foi feito ontem em visita ao Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), no Rio de Janeiro (RJ), uma das unidades de pesquisa do ministério.

A informação foi dada pelos representantes do MCTIC após questionamento de Ivan dos Santos Oliveira, pesquisador titular do CBPF, que argumentou que as bolsas PCI são vitais para manter as atividades da instituição, cujo número de pesquisadores e tecnologistas diminuiu nos últimos anos por conta de aposentadorias. Em 2006, havia 172 desses servidores na casa; hoje, são 120.

A recepção à comitiva começou com uma apresentação do diretor do CBPF, o físico Ronald Shellard, sobre as principais atividades e características da instituição. Do MCTIC, estavam presentes Elton Zacarias, secretário-executivo; Gustavo Frayha, diretor de gestão das unidades de pesquisa e organizações sociais; e Isabela Sbampato; coordenadora-geral de unidades de pesquisa e organizações sociais.

Depois de uma breve introdução histórica, Shellard enfatizou temas como linhas de pesquisa; impacto da produção científica; convênios com instituições no exterior e com a indústria nacional; responsabilidade social; a excelência internacional do programa de pós-graduação; a hospedagem da Rede-Rio de computadores; a formação de mestres e doutores; o mural (em andamento) dedicado à ciência e aos cientistas; as escolas e conferências promovidas ou sediadas pelo CBPF ‒ uma delas, a Escola Avançada de Física Experimental (EAFExp) vai até 2 de fevereiro próximo.

 

Membros da comitiva do MCTIC em visita a Laboratório de Superfície e Nanoestruturas do CBPF

(Crédito: NCS-CBPF)

 

Por fim, o diretor ressaltou um tema que, segundo ele, deveria ser uma preocupação para o ministério e o governo: no Brasil, a relação entre pesquisadores nas universidades e nos institutos é de cerca de 12/1 e, portanto, está muito defasada em relação a países com longa tradição científica, cuja mesma razão está em torno de 2/1.

Shellard ressaltou que, mesmo em um ano financeiro muito difícil [2017], o CBPF manteve a excelência na qualidade e quantidade de sua produção científica e a intensidade de atividades afins. Ao concluir, enfatizou o papel da instituição como instrumento estratégico para o estado brasileiro, destacando que a questão que se coloca é menos o que o CBPF fez, mas, sim, o que poderia fazer com recursos mais regulares.

Em seguida à apresentação, os representantes do MCTIC visitaram laboratórios do CBPF, acompanhados também pelos coordenadores das várias áreas de pesquisa da instituição, além do vice-diretor do CBPF, Márcio Portes de Albuquerque.

 

Orçamento e afins

Para este ano, o CBPF teve, além de um orçamento anual em torno de R$ 7,5 milhões, um acréscimo de R$ 4 milhões para atividades gerais do CBPF e R$ 2,6 milhões de emendas parlamentares para cooperação internacional.

Outra preocupação relatada por Oliveira foi a manutenção do parque de equipamentos do CBPF ‒ avaliados em cerca de R$ 100 milhões. Foi mencionada a intenção de a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) abrir um edital este ano voltado exclusivamente para o tema.

Francisco Leonardo, coordenador da área administrativa do CBPF, manifestou preocupação com o desembolso de recursos para as chamadas despesas discricionárias (luz, água, pagamentos de terceirizados etc.) do CBPF, baseado em um regime de 1/18 mensal do orçamento anual. Leonardo ressaltou que, por vezes, esses valores são insuficientes para cobrir esses gastos. Nesse sentido, Zacarias reconheceu a dificuldade não só do CBPF, mas também de outras unidades de pesquisa, dizendo que o ministério está buscando soluções para o problema.

O secretário-executivo enfatizou que é importante que as unidades de pesquisa façam seu planejamento e que as eventuais dificuldades serão discutidas caso a caso. “Ano passado, houve uma crise, mas chegamos ao fim do ano; acredito que se passará o mesmo este ano”, disse ele.

Para o orçamento deste ano, o contingenciamento sofrido pelo MCTIC foi de 44%. Zacarias afirmou que esse percentual foi muito mais alto para outros ministérios, como o das Cidades, em que esse número chega à casa dos 70%. O orçamento do MCTIC para este ano está em torno de R$ 4,5 bilhões, considerando recursos para custeio e investimento.

Em relação à acentuada perda de quadros por aposentadoria nos últimos anos, Frayha disse que o MCTIC preparou uma nota técnica muito minuciosa, detalhando a necessidade de suprir essas vagas com concursos públicos. No entanto, disse o diretor de gestão, em tempos de crise, os órgãos de governo responsáveis por essas autorizações costumam ser muito seletivos em relação a esse pleito.

 

Da esq. para a dir. (1o plano), Albuquerque, Zacarias e Shellard, em visita a instalações da Rede-Rio

(Crédito: NCS-CBPF)

 

Conscientização popular

Zacarias enfatizou que as recentes campanhas do CBPF junto à mídia e a parlamentares em Brasília ‒ por exemplo, o cartaz ‘Meia-noite da ciência no Brasil’ ‒ ajudaram na conscientização da sociedade brasileira sobre a importância da pesquisa científica. “Essa mobilização ajudou não só o CBPF, mas também o próprio MCTIC. Deve ser um instrumento constante”, avaliou o secretário-executivo.

Nesse sentido, Zacarias classificou como “muito bom” o acordo do CBPF com o jornal diário Folha de S. Paulo, para a publicação, no caderno de cultura dominical ‘Ilustríssima’, de artigos de divulgação científica escritos por pesquisadores da casa. Ano passado, foram publicados quatro desses textos, com excelente repercussão entre leitores. Para este ano, o acordo foi renovado, e cerca de cinco outros deverão sair.

 

Mais informações:

CBPF: portal.cbpf.br

MCTIC: http://www.mctic.gov.br/portal

Campanha ‘Meia-noite da ciência’: http://portal.cbpf.br/pt-br/ultimas-noticias/ciencia-no-brasil-pode-estar-perto-de-sua-meia-noite

 

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