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CBPF promove reunião com o Ministério da Defesa sobre tecnologias quânticas

Publicado: Sexta, 23 de Setembro de 2022, 20h04 | Última atualização em Sexta, 23 de Setembro de 2022, 20h05 | Acessos: 32

O Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) organizou, no último dia 15/09, uma reunião a pedido do Ministério da Defesa, que teve como temática a contribuição do CBPF para área de tecnologias quânticas no país.

A reunião teve a abertura com o diretor em exercício do CBPF, Márcio P. Albuquerque, e contou com as presenças do general de brigada Carlos Eduardo da Mota Góes, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação (DECTI) do Ministério da Defesa; coronel Rafael Aquino dos Santos, chefe da Divisão de Tecnologia Industrial Básica e Projetos do DECTI; Dra. Fernanda das Graças Corrêa, coordenadora do DECTI; e capitão de mar e guerra Ricardo Ungaretti, ajudante da Divisão de Criptologia e Segurança em Sistemas da Marinha do Brasil.

 

Apresentação de Márcio P. Albuquerque, diretor em exercício do CBPF

Crédito: NCS/CBPF.

 

Na ocasião, foi apresentada a pesquisa na área de tecnologias quânticas desenvolvida no instituto, através dos servidores da casa: Ivan S. Oliveira, Alexandre Martins e Clécio De Bom, assim como o convidado da Universidade Federal Fluminense (UFF), Prof. Antonio Zelaquett Khoury.

O pesquisador Ivan Oliveira apresentou o primeiro protótipo de chip quântico supercondutor produzido no Brasil no início deste ano, fruto da parceria entre CBPF e Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Até o final de 2022, o grupo liderado por Oliveira almeja o domínio da fabricação desta tecnologia, bem como a demonstração da execução de algoritmos quânticos.

 

Apresentação de Ivan S. Oliveira, pesquisador do CBPF

Crédito: NCS/CBPF

 

O CBPF tem planos ousados para o desenvolvimento de tecnologias quânticas: criar um laboratório para construção dos dispositivos supercondutores para chip quântico, além da criação da rede de comunicação quântica do Rio de Janeiro, em parceria com a UFF, o Instituto Militar de Engenharia (IME), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ). A ideia é utilizar a estrutura já existente da Rede Rio/FAPERJ em uma rede de comunicação quântica entre os vários institutos de ensino e pesquisa.

Segundo Oliveira, “a área de tecnologias quânticas figura com investimento mundial de 30 bilhões de dólares. Estas tecnologias são disruptivas, uma vez que, quando for possível realizá-las, haverá uma revolução, talvez a maior da história da ciência e tecnologia”. Neste contexto cresce a discussão sobre a importância, o desenvolvimento e o domínio dessas tecnologias para interesse da Defesa, pois irá alterar de forma significativa o planejamento e a doutrina das Forças Armadas na guerra do futuro.

“Existem dificuldades tecnológicas que ainda precisam ser vencidas até que estas tecnologias possam ser aplicadas em problemas reais importantes, mas as dúvidas estão cada vez menores e uma nova era tecnológica cada vez mais próxima”, conclui o pesquisador.

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